COMPOSIÇÃO: Água purificada, vinha de unha-de-gato, raiz de bardana, folhas de azedas, casca de ulmeiro, folhas de agrião, raiz de ruibarbo Turco. Suplemento natural isento de cafeína, corantes e aromas artificiais. As plantas contidas em Ezzeac Plus são de origem biológica certificada.

INDICAÇÕES:
A unha de gato é um tipo de videira ou vinha muito longa (pode atingir mais de 30 metros) e que cresce principalmente na floresta Amazónica do Perú. Os Índios Peruanos Ashanica usaram esta planta durante séculos, no tratamento de uma enorme variedade de problemas de saúde. Pesquisas médicas e estudos científicos demonstraram a eficácia desta planta no reforço do sistema imunitário. Considera-se que os alcalóides oxindólicos contidos na planta são os compostos ativos responsáveis pelas suas propriedades curativas. Pelas ações anti-inflamatória, cicatrizante, imunoestimulante e protectora hepática, auxilia em situações diversas como inflamações osteoarticulares, reumatismo, gota, gastrite, úlcera péptica, diabetes, colite, asma, lúpus, esclerose múltipla e neoplasias. A sua ação antimicrobiana tem sido demonstrada, quer antiviral (vírus da mononucleose infeciosa,  gripe, herpes e SIDA), quer antibacteriana (Helycobacter pylori), quer antifúngica (Candida albicans), quer antiparasitária. Poderoso estimulante imunitário, ativa os macrófagos e linfócitos. Pela sinergia de ações ações antimicrobiana, antimutagénica e citostática, combate os tumores,  contribuindo à reparação do DNA. Pelas propriedades antioxidantes e desintoxicantes, pode contrariar os efeitos nocivos dos tratamentos de quimio e radioterapia.
A raiz de bardana, tornou-se historicamente lendária como a melhor purificante sanguínea conhecida. Os seus benefícios estendem-se aos problemas de pele e úlceras de estômago. Os Japoneses isolaram, a partir da raiz da bardana, o denominado factor B, substância que eles creem ser responsável pelo seu efeito em tumores. Alguns estudiosos acreditam que as células malignas e os tumores começam como fungos. Esta planta demonstrou a capacidade de destruir tanto fungos como vários tipos de bácterias em experiências laboratoriais.  A bardana tem sido utilizada para ajudar a manter níveis saudáveis de açúcar no sangue. A Inulina, substância encontrada na raiz, ajuda o pâncreas a produzir insulina, o que pode tornar a planta muito benéfica para os diabéticos.
É rica em vitaminas (E e grupo B) e minerais (potássio, fósforo, ferro, magnésio, zinco, sílica, cobalto e crómio). A bardana melhora a função dos rins, pele, fígado e vesícula, atuando como digestivo e diurético natural. Mantém o corpo livre de infeções, cancro e doenças neurológicas.
As folhas das azedas, em forma de ponta de seta, são muito ricas em clorofila. Pesquisas oncológicas em Houston, Texas demonstraram que a clorofila ajuda o sistema imunitário a combater certos carcinogénios e a reforçar o sistema imunitário na sua globalidade. Por conterem até 40 % de compostos de ferro, as azedas
são um purificante sanguíneo muito eficaz, sendo excelentes para o sistema linfático (antigo nome dado ao sistema imunitário). Pode ser também eficaz no combate aos danos cromossomáticos, fator considerado por muitos como um percursor para o crescimento de tumores. As azedas são ainda ricas em beta-caroteno (8-12%), vitaminas (A, grupo B, C, D, E e K), minerais (cálcio, ferro, magnésio, sílica, enxôfre e zinco).
A casca interna do ulmeiro difere das outras especies pela sua riqueza em mucilagem. Quando molhada, esta casca torna-se viscosa. Os Índios nativos dos E.U.A. e do Canadá sobreviviam muitas vezes a Invernos mais rigorosos, quando a caça escasseava, ingerindo a casca interna do ulmeiro, devido ao seu conhecido valor nutritional, superior à farinha de aveia. As suas mucilagem tornam esta planta ideal para cobrir qualquer área onde seja aplicada. Protege o revestimento das membranas, diminuindo a inflamação. Muitos textos descrevem o seu uso no alívio de ulcerações e lubrificação das articulações. Ao deslizar pelo trato digestivo, prendese às toxinas, movendo-as para fora do organismo, ajudando a limpar o corpo. A raiz do ruibarbo Turco ou Indiano tem sido utilizada tanto no Oriente como no Ocidente, nomeadamente pelos Chineses, desde há mais de 2,000 anos e, na America do Norte, pelos Índios nativos. Em 1987 uma esquipa de pesquisadores investigou 178 plantas chinesas, ao nível da atividade antibacteriana contra a maioria dos microorganismos patogénicos encontrados na flora intestinal humana. Apenas o ruibarbo Turco demonstrou uma atividade significativa. Descobertas recentes demonstraram que o ruibarbo, em pequenas quantidades, promove um efeito laxativo, devido à ação dos seus constituintes (antraquinonas e seus derivados) e um efeito diurético (pelos taninos). Em grande quantidades pode provocar efeitos inversos, caso seja o pretendido.
As folhas de agrião foram usadas pelos Gregos e Romanos, que consideravam a planta uma promotora da atividade cerebral e, na Europa medieval, eram já aplicadas nas feridas de espada.
Foi utilizado na prevenção do escorbuto, como tónico e estimulantante do apetite, e os Índios usavam-no como alimento e no tratamento de doenças renais e hepáticas.    As folhas do agrião foram adicionadas a esta fórmula para evitar quaisquer efeitos secundários do ruibarbo ao nível seu teor de oxalatos. O agrião é muito rico na antioxidante vitamina C, ajudando a dissolver pedras dos rins. É também rico em vários sais minerais e outras vitaminas (A, B2, D e E).

POSOLOGIA: Tomar 2 colheres de sopa (30 ml) por dia, dliuídos em água quente ou fria. Guardar no frigorífico após abertura.

RECOMENDAÇÃO: Não tomar em caso de doentes transplantados ou injectados com proteínas estranhas. Em caso de doença renal, gravidez ou lactação, consultar previamente o seu médico.

APRESENTAÇÃO: Frasco com 946 ml.

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